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Lady Gwen
 

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quarta-feira, 30 de novembro de 2005

era uma vez um final...

Porra, porra, porra!!!!
Acordei hj às 3 da madrugada e não me dei ao trabalho de dormir mais. Agora estou cá eu, num plantão de 12 horas, catando cavaco com a cabeça! E a baba, vira e mexe, escorrendo...
É, voltei ao trabalho 12X36.
Aliás, acho esse nome ridículo! 12X36, onde já se viu!?! Na realidade não descansamos 36 horas, descansamos apenas 12, as outras 24 horas desse nome ilusório, são da noite – que já é nossa por direito!
Unf!

Lado bom:
_Terei tempo de estudar pras ultimas provas;
Lado ótimo:
_Ficarei em casa dia-sim!, dia-não! Isso vai ser tãããão melhor qdo ele tiver aqui...

Eu tinha data marcada pra enterrar este blog.
Seria exatamente hoje. Dia 30 de novembro de 2005, como com John Lennon, não menos dramático pq eu gosto de muita pompa, glamour e exageiro! Ninguém sabia, era um plano de sabotagem a ... era um plano secreto de sabotagem que me dei ao trabalho de desenvolver na surdina, na calada da noite preta, na poltrona de um ônibus qualquer onde de uma única vez eu dava golpes de facada no peito deste blogzinho de nada. Sem piedade ou culpas, sem medo de quebrar vínculos.
Por isso essa data...
O post de despedida era legal, com muita imaginação, veneno e lembranças que eu carinhosamente chamei de Bilhete no espelho escrito com batom vermelho. É que eu acho esse tipo de bilhete mooooito charmoso, além, é claro, de ser uma despedida pra algo que talvez vc não queira largar. É, pq se quisesse mesmo, não haveriam frases de efeito dizendo isso, simplesmente largaria.

E eu não larguei...

Parei de ver coerencia nos porquês que eu havia usado pra justificar o blogcídio que eu havia começado a cometer qdo peguei na caneta e abri a agenda.
É, eu tenho usado agenda pra escrever alguns posts e marcar alguma coisa ou outra.
É por causa dela que eu descobri que estou ... num pico emocional?
É, pode-se dizer que sim.

Bem, hj é 30 de novembro, ou seja, já posso acordar e começar a preparar as coisas de verdade.
Pra algo que é de verdade!
Como já dizia Pierre Lèvy, o virtual é o real em potencial.
27 dias.
28, no máximo.
Ou aqui, ou .
Bem, tudo caminha pra ser lá, mas deixa eu evitar pensar no assunto pro tombo não ser dantesco.

Enviado por Ban às 12:42


quarta-feira, 23 de novembro de 2005

# 108

Estou com saudades – por isso essas palavras escritas originalmente à mão, pra tentar, no deslizar do lápis verde, aliviar a dor Por estar longe e a ansiedade pela espera. Pra tentar expressar a felicidade que estou sentindo agora ao lembrar de sua voz preocupada e também pra deixar escorrer por aqui um pouquinho de paixão.

É, acima de tudo, e depois de tantas outras coisas, pra desviar a dor que sinto no corpo, o cansaço... pra apagar o fogo que faz arder meus olhos e controlar os estômago que gira como chapéu-mexicano.


Quero dizer que quero colo. To pedindo e não me envergonho, e ainda me sinto no direito de culpar essa dúvida angustiante de 8 letras, que quer ver agora aquele caminhar, aquele sorriso, aquelas mãos...


Eu também queria dizer que ouvi aquela música e quis chorar... quis chorar e não deixei ela terminar pro tempo não passar, pra não chegar outro dia vazio. Mas a saudade, ela mesma, me diz que o tempo tem de passar, que os dias têm de ser breves! Então eu acelerei a música até os últimos segundos e esperei ela terminar, esperei chegar o final tendo na boca o gosto do breve...
Saudade tem gosto de antes e de depois.

O durante...Posso dizer depois que a saudade passar?

Enviado por Ban às 15:45


segunda-feira, 21 de novembro de 2005

E Eis que Fernanda Ressuscita em cima de um prato de arroz!

tô totalmente mais imprecionável hj.

Assim...
.Tô com muita dor de cabeça, tanta que não resisti e tomei uma aspirina. Mas, tem um problema, acho que sou alérgica a aspirina e é questão de tempo preu começar a impolar. Lógico que eu avisei pra todo mundo que nada de me levar pro HGE se eu tiver uma crise alérgica. Tá, eu ainda não validei meu plano, mas já passou meu mês de carência e eu penso que em caso de emergência eles me atendem com aquele papelzim que tem o cadastro de Mamy e meu lindo nominho completo dizendo que eu sou estudante. Será que lá eles dizem o curso? HAuhauahu! Foi piada, povo!

Assim...
.Tava pegando água pra empurrar a aspirina - tenho que lembrar que tomei aspirina, sim! Vai que eu começo a me coçar e nem sei pq é? - qdo, não sei pq, falei com a coleguinha E que adoro arroz. Principalmente daqueles unidos venceremos, bem temperadinho e cozido com tomate e pimentão! hum... Ela olhou pra mim com cara de éca, mas eu fui mais fundo qdo lembrei do post dEle:
Sabe E, já tô com fome...
E: Cê acabou de comer um pão Magali.
Eu: Mas eu li sobre arroz agora, e lembrei que minha (futura) comadre chama uma das coisas que mais gosto de comer no mundo de Comida Russa.
E: Comida Russa?
Eu: é. Roskovo. Pensa num arrozim, coladim, com um ovo de gema molinha em cima... Hum... e umas rodelinha de tomate maduro e umas foinha de coentro... Hum...
E: Cê não pensa em outra coisa, não fominha?
Eu: Penso. Em sopa, em maionese assada, em sopojo, em carne de sol frita com mandioca cozida, farofa...

Enviado por Ban às 11:28


domingo, 20 de novembro de 2005

No fundo, no fundo, os índios eram os únicos vestidos!

Assim!
Têm dias que vc tá legal, têm dias que mais ou menos e ainda têm os dias que vc tá lá, na beira de um abismo e querendo mesmo pular.
Pq?
Pq o ser humano é o único bicho que é cheio de neuroses e que não aprecia a solidão. Bem, não é assim, tem gente que diz que gosta, mas, minha opinião é um pouquinho diversa, uma vez que só o conceito da palavra/sentimento solidão pra mim, por si só já é dolorido o suficiente. Eu acho que as pessoas apreciam, sim!, em algum momento de sua vida estarem sós, mas daí a ser só...
Pq isso?
Pq virei índio e quero um sinal de fumaça, ora bolas!

Falar em ínidio, lembrei da viagem mais chata que já fiz em minha vida inteira: Porto Seguro. O ato de viajar, em si, não foi ruim. Aliás, pegar o ônibus, fazer baldiação, esperar e passar a metade da noite da rodoviária foram o ponto alto da viagem! Já a cidade de Porto Seguro... Tsc! Odiável!
Pelo menos pra mim.
Quê índio tem haver com as calças?
Pq lá é cheio deles. Se de verdade não sei.
As praias de lá, não recomendo. A não ser trancoso - que é a tão famosa praia de Nudismo que Elba ramalho tem uma casa. Mas não fica esperando muita gente peladona lá não, tá!, senão vai fazer quinem umas besta de Guanambi que foram pra Trancoso, longe pra Caralho, só pra ver se via o povo pelado. Só tinha um cara que ficou se bulindo qdo viu um monte de muié de biquine. Ele nú se excita com gente semi vestida. Vai entender esse mundo!!!
Pelo menos o mar rebelde valei toda a caminhada...

Como toda memória é um link, um hipertexto, lembrar de Porto Seguro - Viagem mais chata que fiz - me levou de volta a Juazeiro. De um extremo ao outro, de Porto Seguro à viagem mais legal que fiz!
Ano passado, abril.
Grupo Artístico Bem Te Vi-Guanambi.
Saímos às 3 da manhã numa besta fretada com previsão de chegada às 8 da noite. São mil e alguns quebrados de quilômetros até Juazeiro, bem!
Tá, chegamos pouco mais que dez, as reservas do hotel não haviam sido feitas e lá fomos nós, migrar pra um hotelzinho fuleiro. Amontoamos Janinha, Deby e eu numa suíte.
Banheiro era o mínimo que merecíamos.
Mas, depois de uma noite num cafofim, no outro dia a glória!
Quer dizer, depois de ver um irlandêz pelado... E eu que pensei que ia ser a visão do paraíso!!! Mas, juro!, foi o incidente mais engraçado do qual tive a infelicidade de participar!
Nunca vou me esquecer a cara de Janinha...
Logo depois que o irlandês que se assustou conosco e deixou cair a toalha no corredor, nos mudamos pra o melhor hotel de Juazeiro. Que é com vista pro maaarrr!
Não!!!
Deleta Mar!
É com vista pro rio São Francisco mesmo...
No geral, foi uma semana de viagem. Uma semana sem dormir. Isso tudo pq eu Mereço ser Feliz!!!!
Acredite se quiser, mas a única peça que assisti além das que eu mesmo enceno foi em Juazeiro e é adaptada de um filme de Gláuber Rocha: Deus e o diabo na terra do sol.
E S P E T A C U L A R!!!!!
Acho que em minha vida toda nunca vou ter visto tanta gente nua como em minha viagem a Juazeiro...
Mas aquela cena de estupro, só de lembrar, me arrepia até hj! Aqueles atores merecem muito mais que os aplausos nervosos que o Bem Te Vi lhes reservou.

Ah, depois de ler o ultimo post de uma menina-rebelde, me lembrei de um detalhe importante sobre minha pessoa:
.Sou fissurada por dedicatórias em capas de livros. Sejam elas quais e como forem.
Pequenas, médias, grandes, dantescas...
Carinhosas, broncorosas, em forma de lembrete, de felicitações ou declarações de amor ou saudades.
Um tributo ao merecimento. Como sempre faço - pra mim.

Explicando: uma vez entrei num atrito com um ex-namorado por causa de um livro. Ele não queria pegar de um amigo pra me emprestar. Questões de orgulho... O que eu fiz? Parafraseando Benitez - autor do referido livro: se eu contar, ninguém vai acreditar...
Eu comprei o livro e dediquei-o a mim.

"Pra mim, que tanto quis e esperei este presente"

Nunca li meu livro. Qdo o comprei, já tinha convencido ao ex-orgulhoso de que seria uma ótima idéia ele pegar emprestado pra mim!
Pq a dedicatória?
Pq naquela altura eu já tinha descoberto o valor do que se escreve qdo presenteia algo.
Mesmo que esse presente seja de vc pra vc...

daí a virar hábito não foi nem uma questão de tempo, foi só uma questão de dinheiro - dinheiro pra comprar o próximo livro!

Enviado por Ban às 09:32


sexta-feira, 18 de novembro de 2005

*sniff*

Blá-blá-blá-blá. Blá, blá, blá, blá...

Blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá! Blá, blá, blá, blá:
"Blá, blá, blá, blá!"

Blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá?

- Blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá. Blá-blá!

Blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, bláBlá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, bláBlá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, bláBlá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá Blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá.

E tenho blito!
digo, dito!

Enviado por Ban às 09:21


quarta-feira, 16 de novembro de 2005

Constatações:

.Manga com leite pode até matar, mas que eu serei a próxima a comprovar, isso NUNCA!
.Eu sempre dispenso mais atenção que as coisas/pessoas merecem
.Eu SEMPRE deixo as etiquetas em roupas e calcinhas que compro. Só tiro qdo estou saindo de casa e com ela já no corpo.
.Não confie no sol pra vestir roupa preta. Se ele ta escondido, pode esperar!, vai aparecer!
.Eu acredito na educação
.Em fadas
.E fantasmas
.Eu tenho realmente alergia a tinta de cabelo. To ficando careca novamente.
.Qdo como chocolate, fico com cocerinhas... Quem sabe um dia eu aprendo?
.Gosto de ver as pessoas em seu limite

.E qdo estou irritada, gosto de irrita-las tb!
.Tomar sorvete é como comer izopôr!
.Arroz idem.
.Mas ainda assim não gosto de feijão.
.Às vezes ficar sozinho liberta, ao invés de aprisionar.
.As luzinhas de natal são mais bonitas que as árvores em si.
.Uma msg no celular pode mudar muita coisa
.O aparelho móvel não vai mais me matar
.Mas eu vou continuar falando estranho – sem conseguir pronunciar os s
.Seu cartão de crédito chegou? Guarda ele. É a melhor coisa...
.Guardou? Não, pega de volta! Esconde. É melhor que guardar. E vai ficar perfeito se vc esquecer onde colocou.
.Eu gosto de barba
.Principalmente se ela for ralinha
.Eu tenho um problema
.Sou apelona
.Não guento brincadeira
.Principalmente qdo, nessas brincadeiras, pegam em mim
.Eu sou capaz de escutar walking after you durante um dia inteirinho e não enjoar.
.Consigo ver o clip de walking after you e desejar ser aquele vidro entre aquela morena esquelética e Dave Grohl por quantas vezes num dia eu conseguir e não enjoar.
.Não tenho consciência de meus atos numa noite de insônia.
.Eu um dia vou me casar
.Ou morar com alguém

. E morrer
.Decorar fórmulas é beeeem mais difícil que parece
.Muito mais que pra alimentar e acariciar o meu ego, os comentários servem pra esclarecer meus textos confusos
.Sinto muitas saudades do teatro
.Se eu comer muitão nem preciso esforçar pra minha barriga ficar parecendo a de uma gravidinha
.Os cachorros mais bonitinhos são sempre os mais feiozinhos
.As pessoas se irritam sim!, qdo vc discorda de sua opinião apesar de fingir que não
.É rapidinho limpar minha casa!!!!
.É possível vc sentir saudades de algo (alguém) que nunca teve/viu
.O sapato pode até não ser incomodo, mas se vc caminha muito, ele faz calo
.Qdo vc fala, espera resposta
.Qdo escreve tb
.Se eu ficar muito irritada, perco a razão
.Se eu perco a razão sou cruel
.A exemplo do item acima: Papai Noel não existe
.Nem coelhinho da páscoa
.Nem príncipe encantado
.Só a bruxa malvada
.Não consigo mais ficar acordada até tarde
.Os sonhos têm mais efeitos sobre mim que eu imagino
.Chupar laranja depois de beber café não mata!
.O céu não é azul.
.Nem preto
.Nem abóbora, como no cair da noite
.Se Paulinha não começar a trabalhar em outro lugar ela vai ensandecer
.Vai sim!
.A noite não cai, quem cai é vc
.As pessoas acabam parando de falar palavras como “Voti”, “Toba” e “tubi”.
.O regionalismo morre, um dia
.A casa fica 70% maior qdo está limpa
.Ninguém vai alcançar essa linha desse texto inútil.

.E eu tenho ainda mais de mil linhas pra constatar
.Mas já devia ter parado a muito, muito tempo
.E não consigo...

Enviado por Ban às 15:57


segunda-feira, 14 de novembro de 2005

Pivete, além de bicho ruim é bicho burro!!!

Ontem távamos Paulinha, Natanyah e eu indo pro Mercado do porto da barra que fica, indiscutivelmente perigoso em domingos e feriados qdo vimos uma aglomeração de gente na balaustrada do mar, em frente ao Hospital Espanhol.

Paulinha: oba, novidade!
Natanyah: Será o que é, hein?
Eu: Sei lá – alcancei alguns policiais com os olhos – deve ser que algum pivete roubou alguma coisa e tentou fugir pelo mar.

Lógico, como boas baianas, paramos pra ver o que era!
E Não é que eu tinha certado?
Um pivete filho da mãe roubou um colar de um turista e, qdo viu que não tinha pra onde correr, pela terra, se jogou no mar. Mas o mar não tava pra peixe – muito menos pra pivete ladrão! – e o leguinha começou a se afogar e pediu ajuda a um projeto de surfista que tava lá, assistindo a cena.
O Surfistinha boa praça foi, mas não adiantou muito não. Iemanjá tava zangada... Zangada, não, ela tava puta desses delinqüentes fazerem do templo dela uma rota de fuga!, e, não cooperou. Nem com o ladrãozinho nem com o surfista.

Ficaram os dois, lá lonjão, se sendo puxados para mais lonjão ainda!
E as três patetas lá, assistindo, lógico!

Eu: Bem feito! Quer comprar colar de ouro, trabalha!
Paulinha olhando pra baixo: Olha o rato!
Eu: Huahauhauah!
Natanyah: Como é que esse povo tem coragem de sujar o mar desse jeito?
Eu: Pensa assim, Nat´s – se o muleque safado não morrer afogado ou de surra dos poliça, morre de leptospirose!
Natanyah: Bicha! E pra isso, precisa poluir o mar assim? É por isso que ele ta tão agitado assim.
Eu: Nada! Ele ta agitado assim pq ninguém respondeu suas mensagens!
Natanyah: Vooooti! Ó o tamanho daquela ondona!!!!
Paulinha pra paulinha: Olha o rato...

Com isso tudo, 10 mil pessoas assistindo ao muleke e o surfistinha boa praça morrerem afogados, chegou o corpo de bombeiros.
Mas quem disse que foi garantia de rapidez?
Na-na-ni-na-não!
Iemanjá tava mesmo revoltada...
Seu templo não é templo de fuga pra ladrões de ponta de orla e isso ela não ia admitir!

Mais meia hora, umas 15 mil pessoas aglomeradas e palmas para os bombeiros de corpo sarado que conseguiram, enfim, tirar o ladrão de colar do mar.
Eu saí de lá com o apelido de Juíza Mirandinha e pensando que talvez tenha sido melhor mesmo eu nunca fazer direito...

E não, não é estupidez de um turista sair com seu colar! Ele o compra pra quê? Pra te-lo guardado em casa? Creio que não... Se o pivete quer colar, cola, maconha, cocaína, craque, uma prancha nova, o diabo a quatro!, ele se vira, vai pedir no farol, guardar carro – que é uma forma e nome mais civilizado pra roubo – qualquer coisa!, mas deixa um trabalhador usufruir dos bens que ele adquire com o suor de seu trabalho!

Enviado por Ban às 18:07


sábado, 12 de novembro de 2005

Sobre manhãs nubladas e velhinhas enxeridas no ônibus.

Assim... eu sento todos os dias na mesma poltrona no ônibus pra vir pro trabalho.
É meio que um rito infundado. Não, não é infundado, pra mim tem muito fundamento: sento todos os dias na mesma poltrona pelo simples fato de querer me pendurar na janela qdo chega no rio vermelho pra ver se vejo meu au-au-preto-com-rabo-pra-cima.
Só que a bendita cadeira é na segunda fila, ou seja, onde os velhinhos sentam. Mas são sete da manhã, paciência, né!
Bem, eu fico com um bom humor que varia de fantástico a entorpecida de felicidade qdo o dia amanhece nublado e continua assim.
E hj é um dia assim – cinza.
E eu to feliz!
Muito feliz!
E tinha uma velhinha enxerida no ônibus.
E ela sentou do meu lado...
E acabou-se toda a minha paz!
Principalmente qdo sinto seu indicador futucar meu rim. Olho pro lado quase grunindo e ela fala sem tirar os olhos de meus peitos: Minha neta comprou uma blusa igual essa.
Eu: legal
E virei pra janela.
A velhinha novamente futuca meu rim: E pagou 30 reais por ela!
Eu: ...
E me viro pra janela...
A Velhinha me futuca novamente e eu começo a prometer a todos os dedos dela em sacrifício se ela fizer novamente: qto foi a sua?
Olhei pra blusa que não é minha e disse que não me lembrava.
Velhinha enxerida: Deve ter sido cara tb. Avemaria com vc´s ficam comprando essas roupas indianas pelos olhos da cara!!!
Olhei pra minha bata - Que decididamente não é indiana – e olhei com impaciência pra a velhinha Enxerida.
Não, ela não ia me deixar de mau humor.
Velhinha enxerida: Falei pra Minha Neta, é só comprar o pano que eu faço pra ela. E se vc quiser, te cobro menos...
Eu levantando: Meu ponto!
É, eu desci dois pontos antes do meu e segui pro trabalho caminhando. Não tinha a mínima intenção de ficar com aquela veia tentando me vender blusas indianas que ela supostamente costura barato!
Como era serviço interno, Bermuda e tênis. A caminhada me livrou da velhinha, serviu pra reanimar, uma vez que o céu TÁ nublado e não me fez chegar atrasada...

Enviado por Ban às 15:19


sexta-feira, 11 de novembro de 2005

Ah, se vou!!!!

Eu tenho que tirar aquele post medícre daqui nem que seja a ultima coisa que faço!
Apagar eu não vou - seria negar quem fui ontem. Não dá.
Não que hj eu seja diferente - longe disso...
Mas hj não estou mais com um buraco no peito, nó na garganta e terra nos olhos.

... isso meio que... passou!

Não necessariamente nessa ordem.

Sol a pino em 10 de novembro de 2005 às 16:10 h.
Fernanda sentada na frente do computador tentando desesperadamente não chorar.
Pessoas em volta da mesa, ao seu redor - e ninguém ao seu lado.
Janela do word aberta. Copy and Past o dia inteiro, N A D A que se aproveite...
Os olhos querem que as lágrimas expulsem a areia.
Fernanda não quer deixar, não pode deixar.
A solidão lhe assusta tanto que ela quer se esconder - do mundo.
Os efeitos podem ser visíveis, e ela quer esconder...
do mundo.

Antes de terminar o décimo minuto das 16 horas da tarde de 10 de novembro, o telefone toca...
Era a pessoa que eu reservo do direito de me puxar a orelha nos dias de neurose
que eu aprendo a amar a cada dia que passa - e um pouco mais
uma das poucas pessoas que tem o dom de me fazer parar...
Foi ela que me ligou num momento difícil, que me fez rir e falar qdo a mente confusa optava por isolamento
que tem o homenzinho que dá o fora mais adorável que já li
que fez aniversário no dia 9 e que eu tava ansiosa pra ligar, e qdo a ouvi dizer seu nome com a boca cheia de sandoíche [vã tentativa de imitação à imitação dela de meu sotaque], desejei o feliz aniversário mais franco de que me lembro ter desejado
uma pessoa que faz conferencias por telefone pra diminuir uma distancia que, talvez se não fosse ela, estaria crescendo
uma pessoa que eu penso nem imaginar o bem que me faz - só de saber que ela simplesmente existe, lá lonjão...


Como eu não tô conseguindo carregar imagens, Neste Link tem uma foto dela!

Enviado por Ban às 10:00


quinta-feira, 10 de novembro de 2005

Sabe o que vou fazer de agora em diante?

Nada.

Vou sumir das pessoas – de verdade – e dizer pra mim mesma que sou feliz com isso.
Até virar hábito...
Até as palavras fraqueza e necessidade sumirem, de vez, de meu vocabulário.


Nada que incomode a ninguém...

Enviado por Ban às 14:41


quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Nunca satisfeitos...

No início do ano passado eu tava com 58 Kg, e toda vez que olhava pro espelho, via uma bolinha disfarçada de gente naquele corpo de 1.61m, aproveitei que tenho que fazer exercícios físicos pra não ter dores na coluna, entrei numa academia e travei uma frenética luta contra a balança.
Comecei emagrecer e tomei gosto pela coisa... 52, 51, 50,49,48 kg! Então eu era capaz!!!! Enfim, cheguei ao peso que tinha qdo era oitava série. Pronto, era só manter a boca do jeito que tava que eu seria feliz pelas próximas duas décadas!
Que nada!

Não consegui parar de emagrecer e qdo vi já tava nos 45Kg e comendo apenas uma coxa de galinha por dia. Sério! Meu estômago não tinha mais espaço pra muita coisa e comer já começava ser uma martírio... Mas eu gostava cada vez mais de estar magra, vestia todas as minhas calças 38 sem precisar abrir os botões, e, o melhor de tudo, qdo fosse começar a comprar roupas pra mim, nenhuma delas serviria em Paulinha!!!
Eu tinha alcançado o paraíso o paraíso das irmãs mais velhas – não ter de emprestar sua calça favorita pra irmã do meio!
Apesar de quê, Paulinha já morava em aqui em salvador e há algum tempo não vestia minhas roupas mesmo...

Mas entrou água em meu paraíso qdo, em setembro do ano passado vim a salvador. JC, um amigo que não vou citar mais que as iniciais – é que ele é um dos melhores advogados que conheço, vai que ele me processa!!!! – olhou pra mim e disse:
“Que cara de chupada é essa, Nanda?!?”
cara de chupada, eu? ? ? ?
Não, não devia ser comigo, com certeza haveria um engano ali, e eu iria descobrir!
Fiz cara de nojo pra ele e fingi que não escutei, lógico!

Em casa, como de costume, todo mundo me cerca como abelha no mel – ta, no açúcar, tanto faz!
Ta, bom, ta bom!!! Como mosca na sujeira!
Dy: E aí, Ban, como foi?
Eu: Como foi o quê, Dy?
Paulinha: Vc e JC, ué!
Dy: é, Ban, fala!
Eu: Ta, nós fomos lá nos sesc, assistimos ao concerto de cordas, levamos Bosco em casa e voltamos.
Dy: só isso? Nem um beijinho?
Eu: Não, nenhum beijinho. Aliás, Não sei de onde vc´s tiram que ele é afim de mim, não sei mesmo...
Dy: Ah, Ban...
Paulinha: Fala aí, menina! Quê que aconteceu?
Eu: Ta, eu falo, mas primeiro cês me respondem – eu to com cara de chupada?
Hauhauhauhauahuaha!
Eu: Fala!
Hauhauhauahuahauhauahuahuahua!
Paulinha: Não acredito! Ele te disse que vc ta com cara de chupada?
Eu: Disse e inda fez isso com o rosto (puxei os dois lados do rosto com as mãos e fiz barulho que canudinho faz no fim da coca-cola)
Hauhauahuahauhauahua!
Eu: Não ri! Responde, to com cara de chupada?
Dy: é, Ban... Cê ta magra demais mesmo.
Paulinha: Eu tava te falando que não precisava emagrecer mais...
Eu: e aquele FDP inda me chamou de Nanda!?!*
Hauhauhauhauahuahauhauhauhauahuahauhau!
Eu: Vacas...

Bem, depois de JC dizer que eu tava com cara de chupada, sonhei umas três vezes que alguém enorme enfiava um canudinho pelo meu olho e me sugava até que eu ficava magra. Resolvi engordar. Não, não engordar, resolvi chegar, pelo menos, aos 50kg.
Mas tava difícil pra caramba...
Aí, chegou dezembro, D. Leonina faleceu – pessoa que terei oportunidade de falar, novamente – e eu voltei a falar com Mata**, e, pra meu desespero o que ele me fala?
“Ce ta doida, Muié? Pára de emagrecer... Suas perna ta parecendo um cambito, sua cara recuou e seu nariz ta visivelmente maior que o meu”.
Quase me joguei numa das covas do cemitério, mas pensei que seria dramático demais praquele momento que não era meu.

Deu trabalho mas hj estou novamente acima de meu peso ideal. Estou com 54Kg, uma barriguinha charmosa de comer além do que devo, um nariz normal e pernas que parecem – mesmo que de longe – pernas, ao invés de cambitos.
Ontem às 14:20h tirei meu aparelho ortodôntico, que já usava há 5 anos e agora estou só com o móvel para conter – que eu posso tirar qdo quiser, contanto que eu durma com ele - e, se não fossem estas olheiras infelizes que me acompanham desde que tenho 2 dias de nascida, hj eu seria a pessoa na qual sempre quis ser!


*Apelido que com a entonação correta é capaz de despertar o demônio que habita em mim.
**Ex namorado de nome oculto que não falava comigo desde que terminamos, ou seja, um ano antes do episódio.

Enviado por Ban às 16:04


segunda-feira, 7 de novembro de 2005

Eu já tive vergonha de chorar...

Guanambi, um mês qualquer do ano de 1988.

Meu pai saiu de casa poucos meses depois que Marquinhos nasceu. Dois, no máximo, pois consigo lembrar perfeitamente do dia que...

Eu me lembro bem, a situação ficou difícil pra mamãe. 3 filhos, as duas mais velhas em escola particular e o mais novo, recém nascido.
Nesse dia em particular eu não fui pra escola pq Mamãe nao tinha dinheiro pra me dar pra merenda e, exclusivamente nesse dia, meu pai resolve me visitar na escola.
Até hj tento identificar o pensamento / sentimento que povoou cada póro do corpo daquela criança que eu era.
Não consigo...

"Fernanda, fala pra tia Sul, tá tudo bem com seus pais?"
"Tá sim, Tia Sul!"
"Fernanda, seus pais estão se separando? Pode falar, tia Sul quer ajudar..."

Eu não via como ela poderia.
Meu pai havia saído de casa sem ao menos se lembrar de nós, deixando-nos por uma outra vida, deixando minha mãe afogar em dor.
A culpa era minha, tinha de ser.
Se não fosse minha, seria de mamãe, e dela não era! Ela tava triste, emagrecendo e se perguntando onde havia errado.
Se ela não sabia onde errou, é pq não errou.
Então tinha sido eu...
Lógica pura. Lógica de uma criança pura... De uma criança que entende que alguém tem de ter feito algo de errado pra que outra saia de casa assim, sem explicação.

"Tá tudo bem. Posso ir pra sala?"
"Fernanda, cê nao veio pra escola ontem, não é mesmo?
"Hum-hum..."
"Seu pai esteve aqui. Disse que queria te ver, pois sentia sua falta já que fazia algum tempo..."

Não consegui conter as lágrimas e saí correndo pro banheiro e me tranquei lá.
Será que ela não entendia? Será que ela não percebia que papai tinha nos deixado por minha culpa e se eu dissesse isso, se saísse de minha boca o que vinha acontecendo, iria estar sacramentado, não teria mais volta e pra o definitivo sa situação, a culpa tb seria minha?
Em que ela ia ajudar? Ia investigar nossa vida para enfim ver que eu mexia no computadopr, nos papeis vegetal, nas réguas, no t, no teodolito de papai qdo nao devia?

Para descobrir que eu nao fechava os olhos qdo ele pedia nas cenas de filme de terror que eu nao podia ver?

Para ter certeza que eu n~]ao dormia qdo ele mandava e que ficava deitada na cama, sonhando acordada em passar em um local cada vez amis apertado com meu aviãozinho do River Rider em meu vídeo Game?

Para saber que fui eu quem jogou toda a carteira de cigarros dele no esgoto - coisa que ninguém nunca conseguiu descobrir?

Para poder dizer, para todos, com certeza, que a culpa era minha???


Não me lembro de como decorreu esse dia, mas me lembro de um dia qq, em Iuiu, no ano de 1989: Papai em um bar, fazendo o que ele estava se especializando - ficar bêbado.
Nesse bar tinha um anú - pássaro preto que é muuuuito fácil de adestrar. Esse anú beijava sua boca se vc fizesse beicinho pra ele. Era muito legal.
Mas eu nao consegui, mesmo com o pássaro no meu dedo, ferindo minha boca, prestar atenção nele.

Eu tinha um nó gigantesco na garganta e nao queria desatá-lo.
Não podia...
Se desatasse, iria chorar...

Não me lembro de uma única palavra que meu pai me disse, mas me lembro que a primeira delas desencadeou um mar de lágrimas tristes de meus olhos.

Mas eu nao podia chorar...
Só tinha de pedir pra ele me perdoar, pq, se ele perdoasse as más criações que fiz, ele nao ficaria mais com raiva e voltaria pra casa...

Mas assim como não podia chorar e chorei, eu tinha de falar e não falei.
Não falei...
e ele não voltou...

Enviado por Ban às 21:22


sexta-feira, 4 de novembro de 2005

Haloscan de castigo, ajoelhado no milho, de frente pra parede.
O blogspot tb pq contribuiu com a rebeldia.
Por tempo indeterminado.
E tenho dito!

Se quiser libertar, pode tira-los do castigo.
Eu mesmo nao tiro!

Enviado por Ban às 18:06


# 96

Como é que eu consegui quebrar meu Haloscan sem fazer nada, hein????

Enviado por Ban às 15:12


SOCORRO!!!

Alguém me ajuda????




Juro, nao foi de propósito... :(

Enviado por Ban às 14:37


Aos invejosos de Plantão!

. Tô trabalhando de basketeira, calça Jeans desfiada, camiseta branca e cabelo desmazeladamente amarrado.
Se eu sou poderosa?
Não, sou cara de pau mesmo!

. Tô apaixonada.
. me sinto como o vento.
. ouço uma voz que acalma.
. e logo, logo vou ser infinito!

Desculpa aí, tá!

Enviado por Ban às 10:45


quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Hj não tem nada de ficar parada na frente do computador pensando: Meu Deus, o que eu vou postar???
Nada disso, vou abrir a janela e se surgir alguma coisa, bem!, se não... Amém!

Ontem cheguei da casa de Rick de noite e as luzes da decoração de natal de uma das lojas de minha rua já estavam acesas... é, daqui a poucos dias vai começar a passar música de John Lennon no rádio clamando pela paz no mundo ou dizendo que já é natal... Odeio a data, mas não posso negar que a decoração é um tanto bonita!

Agora me diz uma coisa: é preciso esperar o mês de dezembro chegar pra escutar John Lennon e pensar num mundo melhor?
Eu digo que não.

O Natal é uma data tão comercial que às vezes me dá nojo - talvez seja a maior de todas elas, o que faz, inclusive, uma aniversariante do dia não gostar muito da data também...

Enviado por Ban às 10:27


terça-feira, 1 de novembro de 2005

Às vezes precisamos olhar em volta pra saber se somos normais, e se não somos, pra conhecer as causas.
Pq eu to falando isso?
Pq elas chegaram ao fundo do poço...

A menina-do-sac ta me deixando louca com sua obsessão de salvar o planeta. Nosso banheiro já tem 3 cartazes clamando pela saúde da terra!
“Estatísticas comprovam: a cada hora, uma torneira pingando desperdiça, em média, um litro de água. Colabore com o planeta que vc vive – feche bem as torneiras!”
Os outros cartazes, desculpa, pela integridade moral das pessoas que vivem naquele ovo disfarçado de ap, estou catalogando-os como impublicáveis!
... e de efeito moral muito forte.

Saibam que o terrorismo feito pela menina-do-sac é tão grande que cheguei a sonhar que, ao invés de água, pingava gotas de sangue das torneiras. Sangue da terra...

E o som da gota caindo na pia?
Pra mim não se relaciona mais com tortura chinesa e sim com o lamento surdo do planeta que vivemos:
“Não quero morrer”
“Não
quero
Morreeeeeeeeer!”


Ah, quase me esqueço!
Temos uma vizinha de 16 anos ninfomaníaca.
Como eu sei?
Vai perguntar praquelas duas lá de casa, ora bolas!

Assim... eu sou muito, muito, mas muito boa de cama – deito e durmo. Imediatamente.
Ta, eu sei que já disse em algum momento que sou insone – e sou!, só que minha insônia... bem, minha insônia me acorda no meio da madrugada e me faz companhia pela noite afora.

Voltando à parte que sou boa de cama, estava eu, dormindo há milênios qdo, pensando que era sonho, escutei burburinhos na porta. Sons de risadas, pra ser mais exata.
Abri um olho, depois o outro e voltei a dormir. Não podia correr o risco de perder o sono enquanto aquelas duas ainda estavam acordadas, poderia ser fatal.

Ontem eu passei o dia todo com a pulga atrás da orelha, na maior curiosidade pra saber o que havia se passado na cabeça daquelas duas. Liguei pra Paulinha, ela não atendeu e qdo retornou a ligação não me lembrei do que teria de perguntar pq tava preocupada em saber como entraria em casa POIS EU TINHA ESQUECIDO A CHAVE E NÃO IRIA TER AULA NA FACULDADE!

Assim.... só fui saber o motivo do burburinho qdo cheguei em casa: elas assumiram um novo perfil na margem da sociedade psicológica. Viraram voyer.
Sério!
Temos uma vizinha de 16 anos que tava estuprando o namorado inexperiente na porta de nosso apartamento. E elas, pra garantir a integridade de nosso moral, o que fizeram?
Ficaram assistindo e rindo!
Sério!

Era um tal de “Fulana tava com a mão no pinto de fulano”, “Fulana jogou fulano em cima dela e ele tava querendo correr” que só vc vendo!... depois qdo eu digo que aquelas duas chegaram ao fundo do poço ninguém acredita!

Enviado por Ban às 09:27