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Lady Gwen
 

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Template by Theya





quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Sabe

Quando vc começa um dia com um bom humor legal apesar de não ter dormido e quando chega às 16 horas vê esse bom humor indo pra puta que pariu?

Pois é, isso acontece às vezes.
Principalmente em dias que eu precisava ter dinheiro e não tenho.

C A R A L H O !

Enviado por Ban às 17:03


Saldo

Pela primeira vez na vida vc terá o prazer de ler alguém feliz por ter o saldo zerado em uma de suas contas.

0,00 apareceu no visor.

E eu sorri um sorriso bobo por isso

Enviado por Ban às 11:28


:)

Bom humor.
Mesmo sem dormir...

Enviado por Ban às 11:25


ainda

tenho medo de dormir sozinha.
Como sei? Pq acordo no meio da noite, descubro que estou só em casa e não durmo mais.

Enviado por Ban às 11:22


terça-feira, 29 de agosto de 2006

Um poço de cultura... inútil!

Não, não inútil.

Alguém aí sabe o por quê de comemorarmos o Dia da mulher em 8 de março?
Eu também não sabia, e, pesquisando na internet, descobri que Maria Bonita nasceu em 8 de março de 1911.
Instintivamente, por ser uma nordestina que honra suas raízes - e que tem uma memória deprimente, diga-se de passagem - liguei uma coisa à outra: acreditei seriamente que o dia da mulher era comemorado nesse dia por uma muito bem merecida homenagem à essa mulher que domou Virgulino Ferreira.

Taria tudo perfeito e esquecido se não existisse o google.
E pesquisando por dia da mulher sou lembrada que a data é comemorada internacionalmente e não só aqui.

Frustrei-me.

Mas não por completo por que, no fim das contas, descobri (via Google, claro!) o motivo da comemoração e o por quê de ser naquela data específica.

História do 8 de março
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
(continua aqui)


Inutilidades à parte, fiquei curiosa dada a coincidência.
Se o dia da mulher não fosse comemorado no mundo, eu sugeriria o 8 de março ainda.
E depois colocaria alguns caba macho dentro de uma fábrica e tacava fogo, preles saberem o que é bom pra tosse!
(tem certeza que Maria Bonita é paraibana? Acho que ela é de Iuiu e que assinou Frota...)

Enviado por Ban às 17:22


segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Em novembro

Vou pra Santa Isabel do Rio Negro.

Quinze dias, no mínimo.

Enviado por Ban às 23:13


Os dois lados de uma mesma moeda.

A Raiva me faria desistir.
Só ela seria capaz disso, eu sei.

E porque sabia, te desafiei a me ferir e me deixar com raiva. Disse coisas que sentia de maneira grossa e coisas que nem mesmo nunca senti de maneira ofensiva.

Pra desistir.

E doeu quando não retrucou, quando não respondeu à altura me ofendendo.
Doeu por que eu tinha causado dor, eu sabia.
Doeu por que cada palavra minha ia como uma desilusão que eu não queria nunca causar.
Doeu por que não era só em mim que doia...

A raiva me faria desistir e, por medo, ataquei. Usei toda a minha fama de impulsiva pra atacar, insultar, ofender...

e pra me arrepender.

Não serei perdoada.
Mesmo querendo enfrentar o que me amedronta, não serei perdoada.

“confiança não se impõe, se conquista”
Estou eu em ambos os lados desta frase.
De um lado, quero confiar, mas de tão longe... tenho que esperar.
Pelo outro lado, quero que confiem que eu sou capaz! Mas de tão longe...

Tenho de esperar.
30 dias.
No mínimo.

Enviado por Ban às 17:58


hoje

vou tomar banho de cheiro!

Ah, eu quero navegar...

Enviado por Ban às 16:16


extrato de tomate.

é isso que acontece se, mesmo drenando meu sangue, eu for esmagada, triturada, amassada (...) neste exato momento.
Beeeem, leve em consideração o fato de nossa carne ser branca.
E Gordura idem.

Sol, minha gente.
Menos de uma hora exposta ao sol.

São Paulo é Prozac. Rio é Maconha.
Arnaldo Jabor.
Sim estou lendo uma coletânia de Crônicas de Jabor. Minha colega que me emprestou recomendou muito mal, mas 3 das quatro crônicas que li, gostei.
Lóóógico que descartei completamente as crônicas sobre política.
Pq?
Pq em casa de ferreiro o espeto é de pau, meu amor!

Tenho menos de 2 dias pra aprontar meu curriculo e enviar.
Nova fase batendo na porta.
Primeiro de setembro todo mundo recebe ele por e-mail.
Inclusive quem mora nos confins do Inferno.
Não que eu queira ser secretária do diabo...
(falando a verdade? Destino restrito)

Enviado por Ban às 15:13


sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Idas e vindas.

Primeiro, alguém pode me responder por que diabos pararam de fornecer templates cuti-cuti pela internet?
Isso me deixou contrariada pq me satisfaria enormemente poder encontrar um template de fadinha que eu pudesse usar aqui.

Segundo... Esta semana tive a infelicidade de me lembrar uma coisa horrível que me aconteceu há mais de dez anos atrás.
...às vezes meninas de 15, 16 anos metem os pés pelas mãos e colocam inocentemente uma amiga em apuros.

Fim.
Não do post, dessa história.
É que talvez escrevendo, ao invés de ficar pra sempre, se apague.
É a contra-lógica da história.



Tenho uma história de amor pra contar!
Algumas pessoas podem ter se perguntado o pq de eu usar Lady Gwen aqui na blogsfera, outras tão cagando e andando com o nick que eu venha a escolher!
Que seja!
O fato é que eu me apaixonei por Nora Roberts quando li O Testamento. Tá, eu sei, eu sei, é muita água com açúcar pra cabeça e pra o diabetes de todo mundo mas como não se apaixonar por uma mulher que começa um livro dizendo que o fato de estar morto não tornava Jack Mercy menos filho da puta!?

Eu não vejo como, então, depois de O Testamento, parti numa busca frenética por outros títulos da autora que tinha acabado de me apaixonar.
Quem me chamar de mulherzinha, eu mato!
O fato é que, não sei se no segundo ou terceiro livro dela, cheguei à Trilogia do Coração.
3 irmãos Irmãos que vivem am Ardmore, uma vila de pescadores num condado da Irlanda.
O fato de serem irlandeses só me fez suspirar mais vezes.

Mas não é esse o ponto.
Um chalé, na colina das fadas onde "vive" um fantasma.
Lady Gwen, que se apaixonou por Carrick, príncipe do mundo das fadas há mais 100 anos vezes 3.
Em troca de seu amor e de que ela fosse, juntamente com ele, pra sempre pro mundo das Fadas, Carrick ofereu-lhe diamantes tirados do fogo do sol, lágrimas da lua (pérolas) e o coração do mar (safiras), e por três vezes foi rejeitado.
Orgulhoso e arrogante, Carrick, ferido amaldiçoou Gwen e a si mesmo dizendo que só seriam felizes novamente (ficando juntos) quando o amor por três vezes encontrasse o amor e que um aceitasse o outro exatamente pelo que era, respeitando.


Uma romantica inveterada?
Talvez... Mas é melhor Lady Gwen que Padre Carras, né?

Enviado por Ban às 13:31


quinta-feira, 24 de agosto de 2006

só que às vezes, nossas crenças, amores e determinados sentimentos são tão palpaveis que...

vc nunca sentiu nada que fosse tão intenso que imaginou que se fechasse os olhos naquele instante poderia ser tragado pelo sentimento?

ódio, amor, frustração, fé, dor...

eu acredito que sentimentos é algo que podemos trazer conosco

ou não

tudo por uma escolha: se permitir ou não
se vc se permite, tem a companhia daquele sentimento
se não se permite...

...bem, ele fica à margem, à beira de um caminho.



Depois de muito olhar pra trás, encontrei aqui meu meio termo.
Antes deste endereço minha vida tinha um ritmo.
Depois dele, outro.

Não que eu esteja arrependida da velocidade que caminhei em algum desses momentos.
De maneira alguma, me cansaria de novo por ter corrido e ficaria estuperfata com as coisas passando diante de meus olhos pela minha lerdesa.

Tudo e novamente.

O que eu estou falando aqui não é, em nenhum momento, de arrependimento.
É de reencontro.

Reencontro comigo mesma, com minhas fés, minhas esperanças, minhas paixões e meus sonhos.

Reencontro comigo mesma: Sou antiquada.
Gosto de coisa velha. Antes eu não imaginava porque, mas hoje sei que coisas velhas são confiáveis e dão conforto.
Sim. Exatamente como sapatos.
Como eu gostaria que fosse a casa que moro agora, olhando pros lados e reconhecendo os cheiros, os sons e as imagens que emite.
Segurança é o que eu quero, por isso admiro o velho - e que nem por isso é ultrapassado.

Quanto ao final desse reencontro... Bem, estou de volta, não é?



É um clip cretino mas eu gosto da música.
Que vocês tem haver com isso?

Enviado por Ban às 15:21


quarta-feira, 23 de agosto de 2006

Não se impõe, se conquista.

Assim como espaço, amor e carinho, a confiança é algo que vc não pode escolher ter ou não, ela é conquistada aos poucos, com convivência diária - ou periódica - e algo que eu poderia chamar de um solo seguro para se pisar.

Creio também que seja algo que se consegue instantaneamente, apenas com o calor de um olhar ou de um toque, mas, juro!, nunca se pode impor confiar em alguém...

...ainda mais se esse alguém, algum dia, já teve sua confiança e simplesmente fez algo pra quebra-la.

Eu acredito em fadas e duendes! Na verdade não em duendes, mas acredito nas fadas, acredito que fantasmas existem, circulam por aí e que podem sim, nos fazer mal se essa for sua vontade.

Acredito e confio em Deus.

E em Jesus Cristo.

Não tenho tanta certeza quanto ao Destino...

Acredito nas palavras de Meu avô e de minha avó.

Acredito que nasci pra ser Feliz!

...mas perdi a fé em vc.

Por mais que eu goste, por mais que tentei a imagem não saiu de minha cabeça - uma pessoa que eu amo tanto e que confiei a ponto... a ponto de todas as coisas que fiz e que dispensam qualquer palavra minha, a ponto de uma entrega. Essa pessoa me feriu da maneira mais vil que poderia.

A mais vil e dolorosa maneira de me ferir. De me ferir.

Sonhos, confiança e um amor destruido.
E em nome de quê?

Não sei, por mais que me pergunte, não irei entender. Por algumas semanas, tentei não pensar, tentei deixar de lado a vileza de um ato que me sangrava saber que existiu, mas ele me procurava nos sonhos e me fazia chorar dormindo.

Um ato.
Um impulso.
Um desejo.

E tudo que eu acreditava, se foi.
Passou.

Assim como as sensações causadas por aquela noite...

Por amor, impus aquela confiança de volta, mas eu não consigo...
Não posso...

...a dor que lateja em meu peito é muito maior que qualquer coisa.
Inclusive que minha força de vontade.

Enviado por Ban às 17:58